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Encontro dos Palmarinos Ausentes

 

         No dia 1º de novembro acontece em União dos Palmares o maior evento social de todos os tempos. Trata-se do I Encontro dos Palmarinos Ausentes (EPA), que está sendo organizado por Ladorvane Cabral, um Lajense de nascimento e palmarino de coração.

         O evento foi inspirado no Encontro dos Lajenses, que acontece todos os anos em São José da Laje e será iniciado com uma missa, na matriz de Santa Maria Madalena, às 8 horas e às 10  será a recepção dos  participantes, na Associação Atlética Palmarina.  As bandas Balanço Ponto Com, Avalon e artistas da terra animarão a festa.

         A camisa que dará acesso ao clube custará R$ 25, comprando até o dia 20 de setembro  custará  R$ 20. A aquisição da camisa poderá ser feita por meio de depósito bancário, na agência 0120-1 Conta 15991-3, ou em contato no Orkut de Ladorvane Cabral. Confirmadíssima a minha presença no evento.



Escrito por Olívia de Cássia - Jornalista às 10h41
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Fotos de Olívia de Cássia Correia de Cerqueira

Equipe da TV Pajuçara...

Meu amigo (bebê) Gustavo Moura, assessor de imprensa do deputado Alberto Sextafeira...Pessoa linda...

Virgínia...

Imprensa no batente diário da ALE...

Deputado Rui Palmeira concede entrevista à imprensa, dia 25-8-2009...

Deputado Alberto Sextafeira...25-9-2009

Thiaguinho Correia... gente boníssima.. um bebê...

Wendel Palhares e Cláudia Walquíria...

Minha amiga Niviane Rodrigues, repórter de Política do Jornal Gazeta... somos amigas desde os idos de 1984...rs...

Uma idéia na cabeça e uma câmera na mão... Nem sempre é assim na realidade da gente...

Deputado Fernando Toledo, presidente da ALE -= 26-8-2009...

...

Pessoas muito especiais... Gustavo Rapahel Moura e Cláudia Britto...amores...

Deputado Nelito Gomes de Barros... conterrâneo de União dos Palmares.....

Deputado Nelito conversa com o jornalista Alexandre Henrique Lino, do O Jornal...



Escrito por Olívia de Cássia - Jornalista às 18h33
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Agora tamém estou no Twitter http://twitter.com/jornalistauniao



Escrito por Olívia de Cássia - Jornalista às 18h03
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"Amor não é se envolver com a pessoa perfeita, aquela dos nossos sonhos. Não existem príncipes nem princesas. Encare a outra pessoa de forma sincera e real, exaltando suas qualidades, mas sabendo também de seus defeitos. O amor só é lindo, quando encontramos alguém que nos transforme no melhor que podemos ser." (Mário Quintana)



Escrito por Olívia de Cássia - Jornalista às 09h43
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A ética e os interesses de cada um

Olívia de Cássia Correia de Cerqueira – Jornalista

 

         São muitos os atores em nossa sociedade que pregam a ética como princípio básico para se atingir um objetivo, mas nem a maioria deles consegue alcançar aquilo que pregam. A ética, na maioria das vezes, serve apenas como desculpa, como pano de fundo para realizar os interesses de um determinado segmento ou grupo.

         A ética devia estar acima dos interesses pessoais e políticos de cada um. No Brasil se fala muito em respeito à Constituição e às instituições, mas a nossa Constituição é desrespeitada todos os dias, desde o seu princípio básico “todos são iguais perante a lei”. 

No Brasil, a lei só é aplicada para os mais fracos, os pobres e negros;  para os ricos há sempre um atenuante.  Todas as categorias  têm um código de ética que deveria ser respeitado de fato, mas todos os dias esse documento é desrespeitado. Existe código de ética para médicos, para jornalistas, professores e demais categorias.

A palavra ética vem do grego, tem a ver com os costumes, com os princípios que devem orientar a convivência humana.  A observância dos direitos e deveres do cidadão, dos princípios de responsabilidade, igualdade, solidariedade, cidadania e respeito mútuo.

         Mas a gente sabe que na teoria é tudo muito bonito e entre o que se prega e a prática vai uma distância muito grande. É o que observo no meu dia a dia.  Estamos exaustos de ver autoridades e profissionais que pregam a ética publicamente e na realidade da vida praticam tudo ao contrário daquilo que pregam. “Esqueçam o que escrevi”, argumentou o ex-presidente FHC quando lhe questionaram sobre determinada prática.

Essas pessoas, principalmente muitas que assumem cargos públicos, alardeiam os princípios constitucionais de todo cidadão, mas na prática não os cumpre.  A ética deveria estar presente em todos os atos das pessoas, pois envolve valores que adquirimos ao longo da vida, da formação e da educação, na vida familiar e no trabalho.

Pesquisando sobre o tema para escrever esse texto, observei que muitos autores definem a ética profissional como sendo a ação "reguladora" da ética agindo no desempenho das profissões, fazendo com que o profissional respeite seu semelhante quando no exercício da sua profissão.

Mas a gente sempre se depara, na vida do trabalho, com pessoas que quando ganham um cargo melhor na profissão, começam a querer massacrar quem  se encontra em posto de escala menor, esquecem a ética.

Parece ser uma tendência do ser humano, como tem sido objeto de referências de muitos estudiosos, a de defender, em primeiro lugar, seus interesses próprios e, quando esses interesses são de natureza pouco recomendável, ocorrem seriíssimos problemas.

Os escritores Rosana Soibelmann Glock e José Roberto Goldim observam que é extremamente importante saber diferenciar a Ética da Moral e do Direito. “A Ética é o estudo geral do que é bom ou mau, do correto ou incorreto, justo ou injusto, adequado ou inadequado. Um dos objetivos da Ética é a busca de justificativas para as regras propostas pela Moral e pelo Direito. Ela é diferente de ambos - Moral e Direito - pois não estabelece regras. Esta reflexão sobre a ação humana é que caracteriza a Ética”, argumentam.



Escrito por Olívia de Cássia - Jornalista às 12h06
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Fotos de Olívia de Cássia Correia de Cerqueira

Assembleia debate Conferência de Comunicação

A Comissão Pró-Conferência Alagoas, em parceria com o deputado Judson Cabral, realizou sessão pública na tarde de ontem sobre a Conferência Estadual de Comunicação, na Assembleia Legislativa, para fortalecer o processo de discussão  desse importante instrumento para a democratização da comunicação no País...



Escrito por Olívia de Cássia - Jornalista às 01h32
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Fotos de Olívia de Cássia Correia de Cerqueira

Gervásio Braz...

Sidclay e Petrônio...

Alcenice, Cristiano e Rapha...

 

Moradores da  Vieira Perdigão se reúnem para discutir falta de segurança

 

Olívia de Cássia

Repórter

            Preocupados com a questão da falta de segurança e a crescente onda de violência em Maceió, os moradores  da Avenida Vieira Perdigão, fundos da Estação Ferroviária, trecho localizado próximo à Santa Casa de Misericórdia, se reuniram neste sábado, 15 de agosto, para discutir alternativas no sentido de resolver a questão ou impedir os roubos que vêm acontecendo nas casas dos moradores.

A reunião foi convocada pelo morador Gervásio Braz e contou com a presença de 16 moradores que fizeram propostas, discutiram e encaminharam as questões que foram apresentadas.

            “Nos últimos dias estamos passando por grandes tormentos de furtos praticados por delinqüentes que invadem nossas casas e se apossam dos nossos bens móveis. Há alguns meses, por duas vezes, meu carro foi roubado, outra moradora, a Rita, teve sua casa roubada e os bandidos levaram alguns pertences. Esta semana a Casa do morador Petrônio Cerqueira também foi vítima dos bandidos e precisamos achar alternativas para conter isso”, disse Gervásio Braz.

            Durante a reunião foram discutidos e apontados vários encaminhamentos e ficou definido que haverá uma conversa posterior com os demais moradores que não compareceram á reunião de hoje informando das deliberações que foram tiradas na reunião.

Como encaminhamentos mais urgentes foram deliberados alguns pontos para que sejam encaminhados de imediato. Depois da conversa com os moradores será providenciada a construção de uma guarita para proteger o vigia noturno  Marcelo, bem como será efetuada a compra de uma capa de chuva, cassetete, apito,  uma garrafa térmica para café,  fardamento  e  a questão da remuneração dele que não está sendo cumprida por alguns moradores.

 Outra deliberação acertada no encontro de hoje é que será providenciada a compra de duas fechaduras para os portões da entrada da rua. O morador Gervásio Braz propôs que seja comprado um portão eletrônico de alumínio para a melhor segurança da rua, bem como a transformação da rua em um condomínio, encaminhamento jurídico que ele observa ser fácil. A proposta foi aceita pela maioria, mas será discutida ainda em outra ocasião.

A colocação de um portão eletrônico na rua teve a oposição do morador Luciano que discordou do encaminhamento. Ele sugeriu que sejam compradas as chaves e que os moradores sejam conscientizados da questão de sempre deixar os portões fechados, para a segurança de todos.  O assunto será tema em outra reunião que será marcada em outra data, quando serão avaliados os encaminhamentos que foram dados na reunião de hoje.

Participaram da reunião da Vieira Perdigão os seguintes moradores: Gervásio  Braz Bezerra, Jeânia Patrícia, Rita de Cássia Paes, Sidclay Vasconcelos Barosa, Aldenice Barbosa Lins Silva, Olívia de Cássia Cerqueira, Petrônio Cerqueira, Nathalya Cerqueira, Raphael de Souza, Crisitano Sarado, Luciano, Maria Stela Murta (representada por Sidclay), Raynara (representada por Rita de Cássia), Gildecir (representada por Rapahel) e Davide Barobasa Lins.



Escrito por Olívia de Cássia - Jornalista às 21h12
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Sabor de memória

Olívia de Cássia Correia de Cerqueira – Jornalista

 

         No percurso de volta para casa, vindo da Tribuna Independente, já nas primeiras horas da manhã deste sábado, 15 de agosto, eu vinha comentando com meu colega de trabalho Jaime Feitosa e o motorista Duda, de como eram boas as festas do interior na nossa meninice. Tudo para nós naquela época tinha um sabor especial, sabor de aventura que a moçada de hoje desconhece e não sabe como era bom tudo aquilo.  

         Toda noite quando a gente vem para casa, no percurso da Serraria para o Centro, surge um assunto recorrente que anima e dá para esquecer um pouco o cansaço do dia de trabalho  e quase sempre a vida interiorana vem à  baila nos nossos assuntos falados.

Eu, como palmarina apaixonada pela minha terra natal, acabo sempre falando das aventuras da juventude e do sabor especial que tiveram as minhas vivências de infância e juventude em União dos Palmares. Não tenho como fugir disso, acabo sempre de volta à infância e á juventude; são coisas que ficaram guardadas na memória, grudadas feito chiclete e que não apagam.

 A conversa dessa vez teve início por causa da fome que estávamos sentindo e começamos a falar das comidas que comíamos nas festinhas de rua do interior, a exemplo daquele cachorro quente que era vendido na rua, em rodelas de pão, que comíamos com tanta vontade e outras iguarias saboreadas por grande parte da meninada. Só quem morou ou passou a infância no interior sabe do que estou falando.

O cenário das festas de rua variava muito pouco dependendo do santo homenageado, quando se tratava de festas de padroeiros. A mais importante em União é a de Santa Maria Madalena, mas também tinha festa de São Cristóvão (padroeiro dos motoristas), que era realizada no final da Avenida Monsenhor Clóvis Duarte, a do Padre Cícero, no bairro de Fátima, a do seu Pedro Fogueteiro, conhecido como Pedro Mouco, na Rua do Jatobá e várias outras que a memória agora me falha.

Para a festa de seu Pedro lá no Jatobá e eu ia quase sempre com meu padrinho Durval Vieira; isso quando eu era criança. Ele ia me pegar em casa no jipe Willys que ele tinha e me levava para a festa; eu ficava toda feliz em sair de casa com meu padrinho Durval, gostava muito dele.  

Lá na festa andava de barquinho, mas eu ficava um pouco enjoada. Para compensar o enjoo, tomava refrigerante e ficava ouvindo os adultos contarem suas histórias. Sempre gostei muito de ouvir o que os adultos tinham para contar. Ficava com os ouvidos bem abertos, para entender os assuntos e aquelas histórias todas contadas: fosse de vizinhos ou de acontecimentos históricos na cidade.

         Quem não aproveitou daquilo tudo não tem infância para recordar. Aquele cachorro quente vendido na rua, gorduroso, levando poeira e cheio de impurezas que comíamos, por incrível que pareça nunca nos fazia mal e nem aumentava nosso colesterol. Rolete de cana, pão doce de coco com Cajuvita (uma bebida adocicada), feita no alambique do seu Orlando Baía, tudo era muito saboroso para nós, tinha gosto de aventura.

         Lá na Rua Nova ou na Rua da Ponte também tinha festa e assim acontecia quase que o ano todo, além dos eventos mais conhecidos do calendário turístico da cidade. 

Em quase todas as ruas, fosse do Centro ou da periferia, a comunidade fazia suas comemorações aos santos homenageados, conforme fosse a data, mas a festa mais esperada do ano é a de Santa Maria Madalena, evento centenário que lota a Praça Basiliano Sarmento, todos os anos, desde a sua criação e que já falei muito em meus escritos.

          Parque infantil, serviço de alto falante, mesas na praça, barraquinhas de bebidas e de quermesse, carrinhos e barracas com iguarias, tudo isso faz parte do nosso passado e dá uma saudade danada quando a gente começa a lembrar de tanta coisa boa vivida e que não volta mais.

Vivências de uma geração inteira que sonhava em transformar o mundo com suas idéias e pensamentos, com seus ideais românticos e inocentes. Lembranças de um tempo onde não havia tanta violência nem tanta maldade no mundo e os relacionamentos eram mais fraternos.



Escrito por Olívia de Cássia - Jornalista às 03h26
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Fotos de Olívia de Cássia Correia de Cerqueira

Cláudia Brito e Laise Teixeira, assessoras da presidência da ALE

Paulão foi o autor do requerimento pedidndo a sessão...

Sessão foi presiddia pelo deputado Fernando Toledo (PSDB), presidente da Casa...

Zé Cícero (PT-Inhapi) e Paulão...

Plenário da ALE - 14-8-2009

Com plenário lotado, Assembleia discute assistência técnica e extensão rural

 

Olívia de Cássia

Repórter

 

         Com um plenário lotado de representantes do setor agrícola do Estado  e a presença de seis  deputados  estaduais, a Assembleia  Legislativa debateu na manhã de hoje  e começo da tarde o tema assistência técnica e extensão rural  como instrumento de fortalecimento da Agricultura Familiar. O requerimento solicitando a sessão foi  do  deputado Paulo Fernando dos Santos (Paulão-PT).

O  petista  considerou como um passo importante para os agricultores familiares a inclusão de uma emenda na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para a assistência técnica ao segmento. “O governador vetou a emenda e esse plenário a derrubou. Isso é importante. É necessário, agora, sairmos daqui com uma proposta concreta para encaminhar ao Executivo, uma forma que atenda aos agricultores”, considerou o parlamentar.

Todos os oradores que fizeram uso da palavra durante a sessão destacaram a importância da criação de uma empresa de pesquisa e extensão no Estado.  O vice-presidente do Sindicato dos Trabalhadores  do Setor Público Agrícola e Ambiental de Alagoas, Marcos Dantas,  fez uma explanação sobre a situação dos pequenos agricultores. . Ele defendeu a criação de uma  empresa de pesquisa, a exemplo da extinta Emater (Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural ,  criada em 1975 no primeiro governo de Divaldo Suruagy e extinta na década de 90 por Ronaldo Lessa). 

Marcos Dantas observou que a agricultura familiar no Estado está desvalorizada, que há descaso com o homem do campo,  que, segundo ele,  está sem estrutura  e desprestigiado . O sindicalista observou que  essa criação é necessária para a orientação técnica ao pequeno produtor rural.   “Fizemos um levantamento e descobrimos que uma autarquia foi criada no Paraná, e que recebe recursos do governo federal. No Rio Grande do Sul, a modalidade definida foi outra: a criação de uma empresa pública, que recebe mais investimentos que no Paraná”, revelou Marcos Dantas.

A delegada do Ministério do Desenvolvimento Agrário em Alagoas (MDA), Sandra Lúcia Lira, destacou o projeto de lei de assistência técnica que está tramitando no Congresso Nacional  e que institui a política nacional de assistência técnica. Segundo ela,  a lei, caso seja aprovada, beneficiará e dará qualificação técnica para os agricultores familiares.

“A Lei 11,326 é ampla e define serviço e extensão como um processo de educação continuada, tem uma visão ampla e social e está em debate o novo modelo administrativo, beneficiando  e dando assistência técnica aos povos indígenas, quilombolas, entre outras comunidades”, destacou Sandra Lira.

         O secretário de Agricultura do Estado, Jorge Dantas, disse que desde que passou a fazer parte do governo estadual  defendia a recriação da Emater, mas que  foi convencido do contrário devido ao passivo trabalhista da empresa.  “Fui convencido de que, no caso de recriarmos a empresa, incidirão sobre ela, além desse passivo que precisará ser pago, uma série de encargos, como PIS, Cofins, INSS e muitos outros, o que inviabiliza. Desta forma, se fizéssemos um convênio com o governo federal, por exemplo, 30% do valor total retornaria na forma de impostos”, disse  o secretário.

         Jorge Dantas observou que  defende atualmente  a criação de uma autarquia e disse que o governador (Téo Vilela ) já  determinou isso. “Falta encontrar o lugar, que provavelmente será o mesmo local onde funcionou a antiga Emater, no antigo prédio, onde hoje está instalada a Polícia Civil”, ressaltou Dantas, acrescentando que o regime jurídico é que está emperrando a criação da empresa e reforçou que defende uma autarquia por conta das condições econômicas.

         O deputado Judson Cabral (PT) disse que a sessão para discutir assistência técnica vem num momento importante. “Primeiro por que   o segmento da agricultura familiar tem cobrado mais insistentemente uma política rural para o Estado. Depois porque vem simultâneo  à iniciativa do governo Lula em elaborar  uma lei específica de assistência técnica e extensão rural,  que tramita no Congresso Nacional e foi colocado pela delegada Sandra aqui”.

         Cabral destacou que é necessário que o governo do estado tenha decisão política “se não a coisa complica. O governador tem que sair do  gabinete do Senado e vir para o gabinete do governo do Estado. Recursos existem; falta decisão política”, disse ele, observando que é necessário pressionar o governo para que possa colocar a decisão (de criar a empresa de pesquisa e assistência técnica) em prática, “se é empresa pública ou privada. A expectativa daqueles que produzem já chega à exaustão”, concluiu.

         Participaram da sessão, além de Paulão,  propositor da sessão os deputados Judson Cabral (PT), Isnaldo Bulhões (PMN), Cathia Lisboa Freitas (PMN, Gilvan Barros ), o presidente da Casa, deputado Fernando Toledo (PSDB) e o deputado Gilvan Barros (PMN) que chegou depois. Também compareceram  ao plenário Tarcísio de Jesus, caravanas de agricultores,  várias lideranças e representantes de entidades da sociedade civil e sindicatos.



Escrito por Olívia de Cássia - Jornalista às 14h52
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Violência e barbárie: até quando?

Olívia de Cássia Correia de Cerqueira – Jornalista

 

         Tomei o título emprestado sobre o mesmo tema de texto anterior, porque a indignação continua a mesma diante de fatos absurdos que estão se tornando corriqueiros no País e em nosso Estado.  Cotidianamente estamos presenciando o  ser humano do século XXI voltar aos tempos da barbárie em  atos insanos e sem justificativas contra o seu próximo.

         A professora  Salomé da Rocha Barros, na década de 70, alertava  seus alunos de história do colégio Santa Maria Madalena  e dizia que o homem  ia chegar a um grau de evolução e desenvolvimento tamanhos que ia começar a regredir e voltar aos tempos das cavernas.  Eu nunca me esqueço disso.

 Cada vez que me deparo com notícias de violência e barbárie nos dias atuais eu fico refletindo sobre o que dizia dona Salomé e fazendo comparações, guardadas as devidas proporções.  Todo dia a gente se depara  com notícias de violência urbana e perversidade que assustam e levam a um questionamento :  até quando isso vai continuar ou se é que vai parar algum dia?

São questionamentos que me vêm à cabeça a cada surpresa  ruim  que tenho notícia.  O que está acontecendo, e eu já disse em artigo anterior, é a banalização e naturalização da violência em nosso Estado.

O caso mais recente  do estudante que teve seu carro roubado e seu corpo queimado soma-se à estatística nacional do mendigo queimado em Brasília, do pequeno João Hélio que teve seu corpo arrastado por bandidos e de outros tantos mais que a gente não toma conhecimento.  Quanto mais a gente se questiona mais a revolta  vem à tona. Não é possível que isso continue a acontecer na sociedade; e  parece que  quanto mais evolui,  mais volta para o atraso, como previu dona Salomé, em União dos Palmares.

Volta e meia, vemos casos de tragédias e crimes bárbaros, principalmente nas capitais do Brasil. Mas infelizmente a criminalidade absurda, sem limites e exacerbada já não se restringe mais a Rio, São Paulo, Porto Alegre ou qualquer outro grande centro. O crime organizado já chegou às cidadezinhas do interior, e tal como um tumor maligno, se agarra às nossas células familiares e só é retirado com tratamento pesado e medidas enérgicas,como  observa Vinícius Sacramento, em comentário sobre o tema em seu blog.

Essas medidas enérgicas de que fala Vinícius estão em falta na nossa política pública de segurança no Estado. Antigamente, eu só ouvia notícias de crimes absurdos em filmes americanos de suspense e nos romances de Agatha Christie e Sherlock Holmes que eu lia. Mas hoje em dia, com o passar dos anos, esses temas sempre vêm à tona na sociedade e isso me deixa indignada a cada informação que recebo.

A polícia está perdendo para a bandidagem. Parece uma coisa orquestrada e concatenada. Não adiantou colocar homens de peso na direção das instituições, é como se os marginais estivessem fazendo uma provocação para a Secretaria de Segurança e para o Governo do Estado, para tentar o grau de competência de cada um. O governador trouxe um homem respeitado para a SDS e outro  para a Polícia Civil. Mas o que a gente precisa saber é se essas instituições estão devidamente capacitadas para enfrentar a bandidagem e o grau de perversidade que cada dia se alastra como um câncer na sociedade.

Não basta apenas trazer bons nomes para a direção dessas instituições. É preciso que sejam dadas condições para que as polícias atuem com competência e responsabilidade, dando estrutura material, suporte e tratamento humanístico a cada um policial.

A instituição precisa se preparar mais porque os bandidos estão armados até os dentes, feito o Rambo. Parece que aprenderam as lições vendo os filmes de Stallone, o Cobra e a sociedade precisa repensar tudo isso, se não eu não sei onde tudo isso vai parar.



Escrito por Olívia de Cássia - Jornalista às 10h18
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Fotos de Olívia de Cássia Correia de Cerqueira

 

11-8-2009 -Bastidores da Assembleia Legislativa, ontem à tarde, quando houve o relançamento do livro Tasvares Bastos, o Titãs das Alagoas...



Escrito por Olívia de Cássia - Jornalista às 13h52
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Fotos de Olívia de Cássia Correia de Cerqueira

Jair Oliveira Aguiar...

Maceió, praia da Ponta Verde, numa noite de lua cheia; um espetáculo digno de uma bela fotografia, para ficar na memória...

Imagem pra cartão postal.... Lua de prata, cenário dos apaixonados..8-8-2009



Escrito por Olívia de Cássia - Jornalista às 21h24
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Foto de Nathalya Cerqueira

Tudo é passageiro

Olívia de Cássia Correia de Cerqueira – jornalista

 

         Sufoquei as minhas dores, assumi os meus erros e as minhas culpas, mas a angústia não passou. A ferida ainda está aberta.  Minha mãe repetia para eu ter cuidado com quem eu me relacionava e dizia para eu me colocar no meu lugar e escolher melhor minhas amizades. “Quem se abaixa muito o fundo aparece”, me orientava sempre.

         Nunca fui muito seletiva e por ter o espírito democrático e aberto, acabo abrindo os braços e o coração para todo mundo e recepcionando em meu ciclo de relacionamentos todo tipo de gente. Das melhores e mais éticas até as mais indecentes e canalhas.

         Fico tentando arrumar argumentos para encobrir as falhas de caráter dessas pessoas e desculpas para o comportamento dúbio e sem moral, até que a máscara cai e elas se mostram como realmente são: indivíduos oportunistas e traiçoeiros, sem ética, sem princípios e destruidores de vidas  e corações.

         Em conversa com meu amigo Josivaldo  Ramos, ele me disse que tem pessoas na vida que a gente deve ignorar; outros a gente deve deletar, para usar uma linguagem mais moderna e usual nos dias de hoje.

         Sempre fui muito tola e receptiva com todo mundo e acabo me revelando por inteira, contando minha vida, sem nem conhecer direito o outro lado. Penso primeiro nos outros do que em mim, no que eu possa estar passando e sentindo e não me reservo como deveria.

Com 49 anos de idade e depois de ter levado tanta rebordosa da vida, quase caio novamente no conto do vigário que a maioria das mulheres, independente de idade, acabam se envolvendo. Em teias e armações complicadas que podem prejudicar uma vida inteira.

Felizmente a voz da razão, o destino, ou o próprio Deus me mostraram em tempo para onde eu estava indo: um abismo sem volta. Levei uma forte pancada na cabeça para que eu não prosseguisse à beira daquele abismo e quando acordei pensei comigo: “Estou salva; felizmente Deus está comigo e meu anjo da guarda (Cassiel) de plantão”.

E não há satisfação maior nessa vida do que a gente se sentir amada por Deus, saber que temos amigos e amigas também que podem nos ajudar a superar esse momento ruim e passageiro. Felizmente tudo passa na vida. E como diz um amigo meu em tom de brincadeira, “tudo é passageiro nessa vida, menos o motorista e o cobrador”. E tenho dito.



Escrito por Olívia de Cássia - Jornalista às 11h25
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Foto de Olívia de Cássia Correia de Cerqueira

Insônia

 

Olívia de Cássia Correia de Cerqueira

 

São quase quatro horas da manhã...

Me pego insone, inquieta  e dispersa...

Pensando na vida, pensando no nada...

E fico querendo  que os anos pudessem voltar...

E eu pudesse viver cada minuto  perdido, cada minuto da vida...

e pudesse voltar no tempo e me fazer mais bonita...

 

 



Escrito por Olívia de Cássia - Jornalista às 02h48
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Foto de Olívia de Cássia Correia de Cerqueira

O tempo foi cruel...

Olívia de Cássia Correia de Cerqueira          

 

O tempo foi cruel comigo...

Levou a minha juventude,

Levou meus anos dourados...

Mas me deu experiências..

Diversas...

Me tirou muita coisa...

Mas não me tirou ...

A sensibilidade...

 e os sonhos juvenis...

Me deixou insegura...

E agora, o que faço...

Com essa armadilha do tempo,

E do vento??

O vento???

Armadilha adolescente...

Que teima em me

Envolver....

Numa  trama perigosa

E aflita....

Estou com medo de mim....

Do que eu  posso sentir...

Com medo do mar....

De amar ...

De ser assim...

Inconseqüente...

Não sou assim...

Fútil e urgente...

Não fui assim...

Não ajo assim...

Não sou assim...

Pura armadilha do tempo...

Que quer me enganar

Fingir que não  sabe....

Que não posso sonhar....

Que não posso me envolver...

Que não posso sonhar...



Escrito por Olívia de Cássia - Jornalista às 02h24
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Fotos de Olívia de Cássia Correia de Cerqueira

Fotografia imaginária

Olívia de Cássia Correia de Cerqueira

 

Na minha imaginação fiz uma fotografia imaginária do teu corpo ..

Fotografei  tua boca sensual, teus olhos profundos,

tua silhueta, teus músculos,

fotografei você...

E continua a viagem dessa  fotografia, do teu corpo...

Teu corpo  vai ficar grudado no  meu imaginário,

Imaginário  de poeta  ...

Aflita...insegura e distante..



Escrito por Olívia de Cássia - Jornalista às 02h12
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Fotos de Olívia de Cássia Correia de Cerqueira

 

Amor platônico

Olívia de Cássia Correia de Cerqueira

 

Dizem que o amor é uma invenção.

Invenção de quem não se sabe ainda,

O amor, ah, o amor...

É uma invenção dos poetas apaixonados ...

Dos tolos e carentes de afeto...

É um sentimento que não se explica,

Apenas se sente ...

Com mais ou menos intensidade do que se deveria...

Dependendo da situação e do envolvimento,

Poderá trazer alegrias ou decepções,

Decepções que devoram e matam...

De saudade e de falta de afeto...

O amor, ah, o amor...

Sentimento dos romances imortais...

Amor dos poetas mais sensíveis,

Mais observadores, mais sofredores...

Amor dos apaixonados

 

Menino moleque

Olívia de Cássia Correia de Cerqueira

Não mexe comigo, menino-moleque,

que eu posso ficar tentada.

Tentada a não resistir aos teus encantos,

Encantos de homem sedutor.

De homem que conquista e atrai.

Lábios carnudos, boca sedutora e sedenta...

Que maltrata....

Menino forte, moreno bonito,

Jeito de moleque,

Corpo de homem,

amante, atraente, sedutor...

De homem que atrai,

Que conquista,

Que maltrata...

Não faz assim..

Que posso ceder aos teus encantos...

Mas não posso sofrer...

Não tenho tempo...

Tempo de sofrer...quero viver...

Não quero ceder ao teu corpo,

Aos teu encantos,

Às tuas palavras

de homem sedento de afeto

Não faz assim...que eu posso

Ceder aos teus encantos....

(Poesia escrita no dia 1º de agosto  de 2009)

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Dos sonhos virtuais

Olívia de Cássia Correia de Cerqueira

 

Nos sonhos virtuais, ainda me pego feito

adolescente, sedenta de prazeres da vida.

Prazeres que a vida ainda possa me dar,

apesar do avançar da idade...

Me encontro menina-moleca, sonhando acordada no meio da noite,

com teu jeito menino, menino-moleque, sapeca danado...

Moleque da vida, moleque que veio do nada ...

Moleque  virtual,  que nos dias e noites encantadas de  fantasias e poesia fui encontrar por acaso...

O acaso da vida,  o acaso do nada,  destino danado, que me tirou os anos, tirou os anos de vida, de encanto e do nada....



Escrito por Olívia de Cássia - Jornalista às 00h53
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Fotos de Olívia de Cássia Correia de Cerqueira

Estão destruindo o nosso Rio Mundaú; muita areia está sendo retirada do rio, indiscriminadamente, num percurso de cerca de quatro quilômetros, no município de Santana do Mundaú.  A obra está com placa de autorização, mas não tem o prazo indicando até quando vai isso. Nos locais onde a areia está sendo retirada, em vários pontos o gado já não atravessa mais o rio porque corre o risco de morrer afogado. O Ibama e o IMA precisam fiscalizar e saber se o TAC que foi firmado em setembro de 2007 está sendo cumprido ou se há infração...Vamos todos defender o Rio Mundaú. Um rio federalizado que faz parte da infância de todos nós....



Escrito por Olívia de Cássia - Jornalista às 02h04
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Foto de Olívia de Cássia Correia de Cerqueira

As pontes nos levam a algum destino..ignorado ou não....



Escrito por Olívia de Cássia - Jornalista às 12h46
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O que foi feito da vida  

Olívia de Cássia Correia de Cerqueira – Jornalista

 

O chegar da idade avançada está me deixando saudosa dos momentos vividos no passado. Acho que estou ficando velha mesmo. De uns tempos para cá vivo remoendo cenas da infância e  as vivências dos muitos amigos que deixei por lá. Sinto tanta falta deles e das nossas aventuras que me trazem a vontade de que o tempo pudesse voltar e a gente pudesse reviver alguns fatos, talvez alguns de forma diferenciada.

Há quem diga que a saudade é um disfarce do presente. Me vejo menina, menina-moleca e sonhadora, ainda hoje. Com desejos de que o tempo pudesse voltar e eu pudesse transformar o que não foi feito, fazer o que manda a minha vontade. Mas o tempo não volta e nos traz surpresas ao longo da nossa vida.  

Concordo quando dizem que toda pessoa tem asas invisíveis, asas da imaginação que pode nos levar a muitos lugares, pessoas e coisas que até então nem conhecíamos. E não é que de uns dias para cá me vejo adolescente e escrevendo poesias de novo?  

O tempo foi cruel comigo e levou  a minha juventude. Levou meus anos dourados, minhas lembranças mais bonitas, mas me deu experiências. Tirou muita coisa, mas não me roubou a sensibilidade e a possibilidade dos sonhos. O tempo e o vento trouxeram  algumas inseguranças tal qual uma menina indefesa diante de novas emoções e experiências, diante de fatos da vida.  

Com essa armadilha do tempo ( armadilha adolescente), me ponho mais sensível do que devia para uma mulher vivida e madura. Quando eu era menina, vivia pra cima e pra baixo com um caderninho para anotar as experiências que estavam acontecendo.  Algumas amigas mais realistas que eu me criticavam por isso. Onde eu estivesse, colocava naquele caderninho tudo o que eu estava sentindo e vivendo.

Eu recorria muitas vezes à ajuda dos amigos para completar minha fértil imaginação de adolescente  e minhas poesias. Coisa de menina tola mesmo. Éramos  inocentes,  sonhadores , e no meu caso, também rebelde. Abstraiamos o que estava acontecendo em nossa volta e no País e queríamos apenas ser felizes e dar asas à nossa imginação.

Eliane Aquino, minha amiga de infância e jornalista também, era meu espelho. Estava sempre às voltas a escrever nossas histórias de amor onde tudo acabava bem no final.  Mas quando a gente cresce, percebe que na  vida real tudo é  diferente do mundo  dos sonhos, diferente do imaginário adolescente e rebelde dos nossos tempos já tão distantes.

A maturidade e a rotina às vezes tornam a vida fria, sem dom, sem criatividade poética. Não deveríamos deixar que nossas vidas ficassem assim: deveria ter um decreto divino que proibisse isso de nós. O ideal  seria que a gente transformasse as obrigações rotineiras numa coisa criativa e sem muita repetição para que não se tornassem muito chatas.  

A consultora de estilo Amanda Medeiros, em seu diário eletrônico, ensina que deveríamos anotar num papel toda a nossa rotina para que tudo se tornasse mais prático no dia-a-dia. Ela observa que  devíamos pensar numa forma simples e prática de suprir todas as necessidades, de segunda a segunda, sem que nada falte ou sobre.

Uma lista mental, talvez, onde fossem colocadas todas as informações necessárias sobre como a gente divide o tempo. Interessante essa observação, mas nem sempre muito viável, a não ser que todas as pessoas fossem organizados a esse ponto. E ai sim, talvez sobrasse mais um tempinho para nós  mesmos.  



Escrito por Olívia de Cássia - Jornalista às 11h09
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Fotos de Olívia de Cássia

Deus fez a natureza para que a gente cuide, preserve, ame e contemple...

Se eu pudesse ser menina ...

O beijo da borboleta...

A pureza da criança....

Simplesmente as flores...

O vermelho da papoula...

A árvore que dá o fruto abençoado...

Pitoco pensava na vida, pensava no nada....



Escrito por Olívia de Cássia - Jornalista às 09h01
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Fotos de Olívia de Cássia Correia de Cerqueira

Formas...

Cores....

Mais formas e cores...

Filhotes...

Flores e cores...



Escrito por Olívia de Cássia - Jornalista às 20h21
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